publicado a: 2016-02-10

Fertilização azotada do trigo

O Azoto é um dos principais constituintes das células vivas, representando cerca de 1 a 5% da matéria seca das plantas. Está associado aos processos de crescimento, fotossíntese, utilização de glúcidos e regulação hormonal. Podemos afirmar que sem uma adequada fertilização azotada não é possível obter boas produções.

O grande desafio da fertilização azotada é contornar as elevadas perdas (perdas até 50% do azoto fornecido) deste nutriente uma vez aplicado ao solo. O Azoto pode perder-se por lixiviação e desnitrificação (azoto nítrico) e por volatilização (azoto amoniacal). Uma das soluções para maximizar o aproveitamento do Azoto é fraccionar as aplicações, aplicando por várias vezes o fertilizante azotado de modo a que cultura disponha de azoto durante todo o ciclo. No caso do trigo, por exemplo, o azoto é necessário até à maturação do grão. Outra solução possível é aplicar os fertilizantes da família DURAMON da FERTINAGRO, que contém azoto protegido por uma tecnologia desenvolvida e patenteada pela FERTINAGRO, em que a molécula MCDHS regula a libertação do azoto ureico permitindo que o azoto aplicado acompanhe a cultura até à maturação do grão, maximizando o aproveitamento das unidades de fertilizante fornecidas.



DURAMON 26

As cinco principais características são:

  • Tecnologia DURAMON® (MCDHS)
  • Azoto Ureico e Azoto Amoniacal
  • Com Magnésio
  • Com Enxofre
  • Com Ferro, Manganês e Zinco


Os principais benefícios são:

  1. Azoto disponível durante todo o ciclo, desde o início aos momentos de máximo consumo, quando a planta mais necessita (em condições de seca, a cultura vai suportar melhor, não estará tão exposta ao stress. Se há excesso de humidade, o azoto não será tão lixiviado, mantendo-se disponível). Graças à Tecnologia DURAMON®.
  2. Com Azoto para as necessidades iniciais do afilhamento ou rebentação (Azoto amoniacal com menos perdas) e Azoto para satisfazer as necessidades a largo prazo do grão ou dos frutos (Azoto ureico protegido).
  3. Prevenção de carências de Magnésio, Enxofre e microelementos.
  4. Transformação eficiente do Azoto em produção, dado a libertação gradual de Azoto e os micronutrientes fornecidos.
  5. Melhora a qualidade de produção.


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